U01 · COMPANY · ORIGIN=BR-SC
Equipe Escala Nove trabalhando em infraestrutura de modelos

SOBRE A EMPRESA

Construída por quem operou, não só por quem construiu.

A Escala Nove nasceu da observação de que a maioria dos problemas em ambientes de ML não está nos modelos — está na infraestrutura que os mantém rodando.

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U02 · ABOUT · STORY=LOADED

Como a Escala Nove chegou aqui

A empresa surgiu em Florianópolis em 2022, quando dois engenheiros que haviam trabalhado em times de dados de diferentes setores perceberam um padrão recorrente: as equipes sabiam treinar bons modelos, mas enfrentavam dificuldade para mantê-los em produção de forma previsível. Os problemas não eram novos — eram incidentes sem runbook, modelos que não podiam ser reproduzidos a partir do código-fonte, custos de cloud sem atribuição clara por carga de trabalho.

A decisão foi trabalhar especificamente nesse espaço: não em treinamento de modelos, não em ciência de dados, mas na camada de operação que torna o trabalho dos times de ML sustentável em produção real. Esse foco estreito permitiu desenvolver abordagens práticas para os problemas que aparecem depois que o notebook funciona.

Hoje a Escala Nove atende times de plataforma e dados em empresas brasileiras que precisam estruturar ou revisar a infraestrutura de operação de modelos — sem criar dependência de ferramentas ou fornecedores externos à conta do próprio cliente.

MISSÃO

Tornar operável em produção o que hoje funciona apenas em ambiente controlado — com infraestrutura rastreável, documentação que o time consegue usar e rollback tão planejado quanto o deploy.

PRINCÍPIOS DE TRABALHO

  • Escopo definido antes do início — sem expansão silenciosa de escopo durante o engajamento.
  • Entregável concreto — o cliente opera o resultado sem depender da nossa presença contínua.
  • Infraestrutura na conta do cliente — sem recursos em ambientes externos após o encerramento.
  • Confidencialidade por padrão — acordo de sigilo antes de qualquer acesso ao ambiente.
U03 · TEAM · NODES=3

Quem faz o trabalho

Um time pequeno com foco deliberado — sem generalistas que fazem tudo e especialistas que somem depois da entrega.

RM

Rafael Menezes

Engenharia de Plataforma

Responsável pela arquitetura de registry, pipelines de treino e configuração de serving. Trabalhou anteriormente com infraestrutura de ML em fintechs e varejo digital.

CA

Camila Assunção

Observabilidade e Operações

Lidera configuração de monitoramento de drift, alertas e runbooks. Experiência anterior em SRE com foco em serviços de predição em produção.

TF

Thiago Fonseca

Arquitetura e Auditoria

Conduz auditorias de ambiente e sessões de arquitetura. Foco em decisões de serving, feature storage e estrutura de ambientes para times de dados em crescimento.

U04 · STANDARDS · VERIFIED

Como garantimos a qualidade do trabalho

Cada engajamento segue protocolos internos que existem para que o entregável funcione depois que saímos — não apenas no dia da demonstração.

Acesso com Escopo Mínimo

Credenciais de acesso criadas com permissões estritamente necessárias para o escopo do engajamento, documentadas e revogadas ao encerramento.

Infrastructure-as-Code

Toda a infraestrutura criada é entregue como código versionado, revisável e aplicável pelo time do cliente sem presença da Escala Nove.

Documentação com Padrão de Runbook

Runbooks escritos com passos numerados, condições de escalada e referências cruzadas — padrão que o time de on-call consegue seguir sem conhecer o histórico do projeto.

Confidencialidade por Contrato

Acordo de confidencialidade assinado antes de qualquer acesso a código, dados ou arquitetura do cliente. Sem exceções para avaliações iniciais.

Rollback como Requisito de Projeto

O caminho de rollback é especificado e testado durante o projeto, não adicionado como item opcional ao final. Faz parte do escopo acordado.

Rastreamento de Custo por Carga

Configuração de tags e alertas de custo por modelo e carga de trabalho — para que o time saiba quanto cada workload custa antes que a fatura chegue.

U05 · VALUES · INDEXED

MLOps não é ferramenta — é disciplina operacional

Há uma tendência de resolver problemas de operação de modelos com adoção de plataformas. A ferramenta muda, o problema fica. O que determina se um ambiente de ML funciona em produção não é qual plataforma está instalada — é se existe processo claro para deploy, monitoramento, resposta a incidentes e controle de custo.

A Escala Nove trabalha com os provedores e ferramentas que o cliente já usa. Não somos parceiros de plataforma de nenhum fornecedor e não temos incentivo para recomendar troca de stack. O objetivo é tornar o ambiente existente operável — ou, quando há projeto novo, escolher componentes que o time consegue manter.

Atuamos com times de plataforma de dados em empresas brasileiras de diferentes setores — varejo, serviços financeiros, saúde, logística — que chegaram a um ponto onde precisam de estrutura de produção, não de mais experimentação. O perfil do cliente não é o tamanho da empresa, mas a maturidade da decisão: já existe modelo funcionando, e o problema agora é operar com previsibilidade.

U06 · CTA · AWAITING_INPUT

Quer entender se faz sentido trabalhar juntos?

Uma conversa de 30 minutos sobre o estado atual do ambiente já costuma deixar claro qual seria o ponto de entrada mais útil.

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